O SETOR

O setor que está em todo o lado. E quase ninguém vê.

Antes da casa, da janela, da cerâmica ou de uma infraestrutura existe uma matéria-prima.

Os minerais industriais não metálicos estão na base de inúmeras soluções que fazem parte do nosso quotidiano e de importantes cadeias industriais portuguesas.

Conhecer o setor é perceber onde começa aquilo que usamos, transformamos e construímos.

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O SETOR

Minerais definidos pelo que tornam possível.

Os minerais industriais não metálicos são matérias-primas cuja utilidade resulta sobretudo das suas propriedades físicas, químicas e técnicas.

Caulino, quartzo, feldspato, sílicas, areias industriais, argilas especiais, talco, tripoli e sal-gema estão entre os recursos que integram este universo em Portugal.

São matérias-primas que alimentam setores tão diversos como a cerâmica, o vidro, a construção, o cimento, o papel, as tintas e os plásticos.

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O NOSSO UNIVERSO

Diferentes matérias. Diferentes propriedades. Múltiplas aplicações.

  • 01 - Caulino e argilas especiais

    Matérias-primas associadas, entre outras utilizações, às indústrias cerâmica e de materiais de construção.

    Caulino e argilas especiais
  • 02 - Quartzo e feldspato

    Recursos minerais com propriedades fundamentais para diferentes processos industriais e aplicações técnicas.

  • 03 - Sílicas e areias industriais

    Matérias-primas utilizadas em cadeias de transformação onde a composição, pureza e granulometria assumem particular importância.

  • 04 - Sal-gema

    Recurso mineral com aplicações industriais específicas e uma longa relação com a atividade extrativa.

    Sal-gema
  • 05 - Talco e tripoli

    Minerais industriais cuja utilização depende das características técnicas e da qualidade da matéria-prima.

  • 06 - Outros minerais industriais não metálicos

    Outras matérias-primas com aplicação na cerâmica, vidro, construção e indústrias relacionadas.

    Outros minerais industriais não metálicos

CADEIA DE VALOR

Da matéria ao produto. Do recurso ao quotidiano.

A matéria-prima é apenas o início.

Entre o recurso existente no território e o objeto que chega às nossas casas existe uma cadeia de conhecimento, preparação, transformação industrial e aplicação.

A lógica estratégica da AMNM distingue claramente o upstream, onde estão as empresas que extraem, produzem, preparam e qualificam matérias-primas, do downstream, onde essas matérias são transformadas em bens e soluções.

01

RECURSO

→

EMPRESA

02

→

03

CONHECIMENTO

→

04

TRANSFORMAÇÃO

→

05

PRODUTO

→

06

QUOTIDIANO

A comunicação do setor começa por tornar visível aquilo que normalmente desaparece quando o produto ganha forma.

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APLICAÇÕES

Da indústria para a vida de todos os dias.

As pessoas reconhecem os produtos finais muito mais facilmente do que as matérias-primas que lhes deram origem.

Mas os minerais industriais não metálicos estão ligados a setores que encontramos diariamente:

  • 01- Cerâmica

    Materiais e produtos utilizados em casas, espaços públicos e diferentes aplicações industriais.

     Cerâmica
  • 02 - Vidro

    Da construção às soluções técnicas, o vidro depende de matérias-primas minerais com características muito específicas.

  • 03 - Construção e obras públicas

    Habitação, edifícios, infraestruturas e materiais de construção integram cadeias que começam muito antes da obra.

  • 04 - Cimento e materiais industriais

    Matérias minerais integram processos e soluções essenciais à construção e transformação.

    Sal-gema
  • 05 - Outras indústrias

    Papel, tintas, plásticos e outras aplicações industriais integram igualmente este universo. O Documento Base identifica explicitamente estas cadeias entre os destinos económicos dos minerais industriais não metálicos.

GEOLOGIA E TERRITÓRIO

A matéria existe onde a geologia a colocou.

A distribuição da atividade não é arbitrária.

Os recursos minerais existem em lugares concretos porque resultam da geologia do território.

Identificamos uma concentração do caulino no eixo litoral-centro, com referências a Pombal, Leiria, Porto de Mós, Alcobaça e Anadia; identificamos explorações de referência de areias siliciosas em Rio Maior e Alhadas, na Figueira da Foz; e localizamos quartzo e feldspato predominantemente no Norte interior.

Não se pode deslocar um recurso geológico.
É por isso que território, planeamento e diálogo são inseparáveis.

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RECURSOS E COMPETITIVIDADE

O que extraímos alimenta aquilo que Portugal transforma.

Os minerais industriais não metálicos posicionam-se no início de cadeias produtivas com forte expressão económica.

Grande parte destas matérias-primas destina-se ao mercado interno e funciona como base de indústrias que acrescentam conhecimento, transformação e valor a jusante.

  • Produção

    Matérias-primas disponíveis para a indústria.

  • Transformação

    Transformação

    Conhecimento e capacidade industrial acrescentam valor.

  • Competitividade

    Qualidade, eficiência e previsibilidade ajudam a sustentar cadeias produtivas.

  • Autonomia

    Autonomia

    Valorizar recursos e capacidade produtiva nacional reduz vulnerabilidades externas.

EVOLUÇÃO DO SETOR

Extrair melhor exige conhecer mais.

A atividade contemporânea é cada vez mais dependente de ciência, tecnologia, planeamento, monitorização e melhoria contínua.

A abordagem da AMNM parte de uma ideia simples: os impactos devem ser estudados, geridos, acompanhados e demonstrados, desde a preparação da operação até à recuperação do território.

Sustentabilidade e inovação
  • Conhecimento

    Conhecimento

    Compreender recurso, território e contexto antes de decidir.

  • Tecnologia

    Tecnologia

    Melhorar processos, utilização de recursos e capacidade de controlo.

  • Monitorização

    Monitorização

    Medir para poder conhecer, comparar e melhorar.

  • Sal-gema

    Recuperação

    Integrar o futuro do território no planeamento da atividade.

UMA VISÃO COMUM

Quatro formas de olhar para a mesma realidade.

A AMNM organiza a sua atuação em torno de quatro ideias que ligam a origem dos recursos à sua utilidade, o valor económico ao território e a atividade industrial à responsabilidade.

  • 01- Da Terra ao Quotidiano

    Compreender de onde vem aquilo que usamos.

  • 02 - Autonomia e Cadeia de Valor

    Reconhecer o valor estratégico dos recursos, do conhecimento e da capacidade produtiva.

  • 03 - Empresas com Raízes

    Conhecer as pessoas, empresas e territórios que dão vida ao setor.

  • 04 - Extração de Nova Geração

    Compreender uma atividade orientada por ciência, tecnologia, monitorização e melhoria.

COMPREENDER MELHOR

Perguntas simples sobre um setor complexo.

DA MATÉRIA AO FUTURO

O essencial começa antes de ganhar forma.

Conhecer os minerais industriais não metálicos é olhar para trás do produto acabado e compreender a matéria, o conhecimento, as empresas, os trabalhadores e os territórios que o tornam possível.

A AMNM trabalha para que essa realidade seja mais conhecida, mais compreendida e mais capaz de evoluir.